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Maria Padilha
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Como tudo começou

Página em homenagem a minha mulher Alessandra, que trabalha com esta maravilhosa Pombo Gira.

Como minha mãe diz, minha vida espiritual começou no dia de meu nascimento, ao em vez de nascer em uma maternidade como todo recém nascido, meu nascimento foi dentro de um roncó, (local onde ficam assentados os Orixás).
Cresci sabendo que meu destino era ser espírita, entre 12 e 13 anos, minha mãe me levava para casa de um Pai de Santo que com o tempo passei a considerá-lo como meu avô.
Ele ensinou-me muitas coisas sobre o espiritismo, passei a ajudá-lo com seu clientes, e tarefas dentro do barracão, até que um dia ele me disse que eu carregava uma entidade muito respeitada e que continha muita força...
Maria Padilha, segundo ele, ela já estava pronta para vir em mim, e que ela já estava ansiosa para este momento.
Na época eu não dei muita importância para isso, afinal só tinha 13 anos e achava que eu tinha que aproveitar minha vida como qualquer garota de minha idade.
Mas, Maria Padilha não queria saber disso, queria aproveitar o momento naquela matéria de 13 anos de idade. Um certo dia, fui convidada para sair com minha amigas, arrumei-me toda para sair com elas, e isso, como nunca tinha me arrumado antes.
Minhas amigas até perguntaram o porquê de tanta produção, respondi somente que estava me sentindo muito bem, muito feliz.
Fomos assistir um ensaio de uma determinada escola de samba, estava sentindo-me muito bem quando tudo começou a ficar escuro, sentia meu corpo flutuar e não conseguia ouvir ninguém nem o som da bateria da escola de samba, a sensação e de que estava embriagada ficando inconsciente, quando aconteceu.
Naquele momento tudo se apagou, naquele momento já não era mais eu e sim ela. Maria Padilha das 7 Encruzilhadas, contam minhas amigas, que ela bebeu muito, dançou se divertiu e deixou uma prova e um recado para que eu nunca a ignorasse:

"Enquamdo ela fingir que não existo, eu a provarei da pior maneira possível".

Por isso, meu pensamento com relação a ela piorou, fiquei com raiva não quis aceitá-la virando em mim, tinha medo de acontecer novamente o que ela fez da primeira vez.
Mas o tempo foi passando, fui aprendendo a aceitar o que o destino programou pra mim, com a ajuda de meu avô, ela já virava com controle ele foi doutrinando-a, e ensinando tanto a mim como a ela a aproveitar este momento que estamos unidas.
Hoje com 31 anos, além de aceitar, admiro esta mulher que utiliza do meu corpo para trabalhar ajudando e fazendo o bem para quem precisa e a procura.
Fico muito feliz com isso, todos que tem a oportunidade de vê-la, ficam admirados com sua beleza e sua maneira de trabalhar.
Agradeço muito a minha Pombo Gira por tudo que tens feito e continua fazendo por mim e pelos meus.......Obrigada Padilha !

Alessandra Gomes.

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